sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Detalhes de Harry Potter e a Pedra Filosofal



Tudo bem com vocês??? Como havia prometido irei começar uma série de post sobre Harry Potter. Esse ano completou 20 anos da publicação do primeiro livro da série e 10 anos de lançamento do último livro da série. Já fiz post comentando sobre cada um dos livros, mas esses post serão diferentes.
Nesses post irei comentar sobre pequenos comentários, alguns acontecimentos que J. K. foi inserindo ao longo dos livros, que a principio pareceram sem importância ou confusos, e depois fizeram total sentido. É claro que nos primeiros livros isso ocorre com muita mais frequência do que os últimos. SIM – irá ter spoiler e SPOILER dos grandes.
Os post irão ao ar às sextas-feiras e abordaram um livro por vez. Vamos à obra:



Nós temos uma referência a aparatação e a animagos no primeiro capítulo, quando Dumbledore vai deixa Harry na casa dos Dursley.

Um homem apareceu na esquina que o gato estivera vigiando. Apareceu tão súbita e silenciosamente que se poderia pensar que tivesse saído do chão. O rabo do gato mexeu ligeiramente e seus olhos se estreitaram.

E virou-se para sorrir para o gato, mas este desaparecera. Em vez dele, viu-se sorrindo para uma mulher de aspecto severo que usava óculos de lentes quadradas exatamente do formato das marcas que o gato tinha em volta dos olhos (...)
  

  
Além disso, o fato de Dumbledore deixar o Harry na casa dos Dursley, feitiço de proteção do sangue de Lilian.



Temos uma referencia ao Sirius e a sua moto enfeitiçada.

– Hagrid! – exclamou Dumbledore, parecendo aliviado. – Finalmente. E onde foi que você arranjou a moto?

– Pedi emprestada, Prof. Dumbledore – respondeu o gigante, desmontando cuidadosamente da moto ao falar. – O jovem Sirius me emprestou. Trouxe ele, professor.



Temos uma referência à senhora Figg, que em Ordem da Fênix descobrimos ser um aborto e participar da Ordem. E testemunha em favor de Harry durante o julgamento. Quando os Dursley planejam passar o dia fora, para comemorar o aniversário de Duda.

(...) Todo ano deixavam Harry com a Sra. Figg, uma velha maluca que morava ali perto. Harry detestava o lugar. A casa inteira cheirava a repolho e a sra. Figg lhe mostrava fotografias de todos os gatos que já tivera.



Temos uma menção ao feitiço Avada Kedavra, quando Harry está trancado no armário debaixo da escada, e tenta se lembrar algo dos pais.

Vivia com os Dursley havia quase dez anos, dez infelizes anos, desde que se lembrava, desde que era bebê e seus pais tinham morrido naquele acidente de carro. Não conseguia se lembrar de ter estado no carro quando os pais morreram. As vezes, quando forçava a memória durante longas horas em seu armário, lembrava-se de uma estranha visão: um lampejo ofuscante de luz verde e uma queimadura na testa. Isto, supunha ele, era o acidente embora não conseguisse lembrar de onde vinha toda aquela luz verde. (...)



Na lista de material de Harry temos menção de Bathilda Bagshot, historiadora mágica que é muito importante em Relíquias da Morte. Na cena em que Harry e Hermione vão a Godric’s Hollow, em busca de Bathilda e da espada de Gryffindor e descobrem que na verdade Voldemort a matou e colocou Nagini em seu corpo. O é narrado numa sequência frenética, angustiante e repugnante.



A dúvida do chapéu enviar Harry para a Sonserina ou para a Grifinória é explicado posteriormente em Relíquias da Morte, quando descobrimos que Harry é uma horcrux, ou seja, uma parte da alma de Voldemort está em Harry.



Durante um o banquete inicial do ano letivo, Simas interroga ao Nick Quase Sem Cabeça como foi que o Barão Sangrento havia ficado cheio de sangue, Nick afirmar não saber. Pergunta essa que não damos atenção no momento. Mas em Relíquias da Morte descobrimos que ele matou Helena Ravenclaw, filha de Rowena (fundadora da casa Corvinal) e o envolvimento deles na história das horcruxes.



Harry recebe no natal a capa de invisibilidade que era de seu pai, e depois descobrimos que ela é umas das Relíquias da Morte.


  

Já temos indícios de que Snape é um legismente.

Harry não sabia se estava ou não imaginando, mas parecia estar sempre encontrando Snape por todo lugar em que ia. Às vezes, ele até se perguntava se Snape não o estaria seguindo, tentando apanhá-lo sozinho. As aulas de Poções estavam se transformando numa espécie de tortura semanal. De tão ruim que Snape era com Harry! Seria possível que Snape tivesse descoberto que os meninos haviam lido sobre a Pedra Filosofal? Harry não imaginava como; no entanto, por vezes tinha a horrível sensação de que Snape podia ler pensamentos.
  
Na semana que vem iremos comentar sobre Harry Potter e a Câmara Secreta. Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até a próxima.

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